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Disciplinas

Publicado: Segunda, 26 de Março de 2018, 11h27 | Última atualização em Segunda, 01 de Outubro de 2018, 18h57

DISCIPLINA: ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS


Ementa: Princípios de lógica de programação. Partes principais de um algoritmo. Tipos de dados. Expressões aritméticas e lógicas. Estruturação de algoritmos. Estruturas de controle de decisão. Estruturas de controle de repetição. Estruturas homogêneas de dados (vetores e matrizes). Funções. Uso da linguagem de programação “C” para problemas reais ou didáticos.

Bibliografia:

MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. Algoritmos: Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores. Rio de Janeiro:Érica. 2011.

GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N. A. C. Algoritmos e Estruturas de Dados. Rio de Janeiro:LTC. 1985.

SCHILDT, H. C. Completo e Total. São Paulo, Pearson Makron Books, 2007.

ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V. Fundamentos da Programação de Computadores: Algoritmos, Pascal, C/C++ E Java. São Paulo:Pearson Prentice Hall. 2007.

FORBELLONE, A. L. V.; EBERSPÄCHER, H. F. Lógica de Programação: a Construção de Algoritmos e Estrutura de Dados. São Paulo:Makron. 1993.

SEBESTA, R. W. Conceitos de Linguagem de Programação. Porto Alegre:Bookman. 2003.

HOLLOWAY, J. P. Introdução à Programação para Engenharia: Resolvendo Problemas Com Algoritmos. Rio de Janeiro:LTC. 2006.

 

DISCIPLINA: ANÁLISES BIOLÓGICAS DE AMOSTRAS AMBIENTAIS

Ementa: Amostragem e planejamento em diferentes ambientes. Parâmetros de avaliação. Pontos de coleta e caracterização da área. Número de amostras, frequência de coletas. Preservação de  amostras. Coleta, preparo e armazenamento de amostras biológicas. Leitura de tábuas de maré. Processamento de amostras. Coleções biológicas. Interface entre materiais biológicos e não biológicos;  Análises de amostras biológicas: microscópicas, microbiológicas, bioquímicas, químicas, toxicológicas.

Bibliografia:

MACÊDO, J. A. B. Métodos Laboratoriais de Análises Físico-Químicas e Microbiológicas, CRQ-MG, 4ª. Edição, 2003.

APHA, AWWA, WEF. Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater - 20th Editon. 1998.

MADIGAN, M. T.; MARTINKO, J. M.; CLARK, D. P. Microbiologia De Brock. Rio de Janeiro:ARTMED. 2010.

MACÊDO, J. A. B. Desinfecção e esterilização química. CRQ-MG. 2009. 850 p.

MACÊDO, J. A. B. Águas e águas. CRQ-MG. 3ª. Ed. 2007. 1043 p.

 

DISCIPLINA: BIOTECNOLOGIA

Ementa: Conceito, perspectiva e aplicações da biotecnologia. Biotecnologia tradicional e biotecnologia moderna: a evolução dos conceitos e áreas de abrangência da Biotecnologia. Marcos legais em Biotecnologia. Biotecnologia em saúde e meio ambiente. Aspectos de segurança, químicos e biológicos, sociais e éticos em Biotecnologia. Bioprospecção. Marcos legais em bioprospecção. Avanços e perspectivas da Biotecnologia. Patentes na área de biotecnologia. Introdução à Nanotecnologia: histórico, conceitos e fundamentos da nanotecnologia; nanomateriais e nanobiotecnologia.

Bibliografia:

NEWELL, James A. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciência dos Materiais. Rio de Janeiro:Editora LTC, 2010. ISBN: 9788521617594.

Malajovich, M. A. Biotecnologia 2011. 2ª. Ed. Rio de Janeiro. ORT.

BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial – Fundamentos. Vol 1. São Paulo. Edgard Blucher. 2001.

SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E., BORZANI, W. Biotecnologia Industrial – Engenharia Bioquímica. Vol. 2. São Paulo. Edgard Blucher. 2001.

LIMA, U. A.; AQUARONE, E., BORZANI, W.; SCHMIDELL, W. Biotecnologia Industrial – Processos Fermentativos e Enzimáticos. Vol. 3. São Paulo. Edgard Blucher. 2001.

 

DISCIPLINA: CARACTERIZAÇÃO MECÂNICA DOS MATERIAIS METÁLICOS

Ementa: Revisão dos Fundamentos Teóricos. Comportamento elástico dos materiais. Estado de tensão e critérios de escoamento plástico. Introdução ao comportamento de deformação e fratura dos materiais. Deformação Plástica em Metais e Ligas: mecanismos de deformação plástica e mecanismos de endurecimento. Relações tensão-deformação em esforços de tração, torção e flexão. Técnicas de caracterização mecânica dos materiais: Ensaios estáticos e dinâmicos, Normalização técnica aplicada. Propriedades mecânicas: definições e interpretação de resultados de ensaios e mecânicos. Propriedades mecânicas e aplicações dos materiais.

Bibliografia:
MEYERS, M.A. AND CHAWLA, K.K.; Mechanical Behavior of Materials, Prentice-Hall, Upper Saddle River-NJ (EUA), 1999.
CALLISTER JR, W.D. Ciência e engenharia de materiais: Uma introdução. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
DIETER, G.E., Mechanical Metalurgy. SI Metric Edition, MacGraw Hill, NY, 1988.
GARCIA, A.;SPIM, J. A.; SANTOS, C. A. Ensaios dos Materiais , Rio de Janeiro: LTC, 2000.
SOUZA, S. A.; Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos. São Paulo: Blucher, 1982.

 

DISCIPLINA: CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE POLÍMEROS

Ementa: Introdução ao estudo de polímeros. Estrutura molecular dos materiais poliméricos. Polímeros amorfos e semicristalinos. Comportamento térmico e mecânico dos polímeros. Reações de síntese de polímeros e distribuição de massa molecular. Interação polímeros/ solvente.


Bibliografia:
CANEVAROLO, S. V. Ciência dos Polímeros. 2a edição; São Paulo:ArtLiber, 2006.
MANO, E. B. E MENDES, L. C. Introdução aos Polímeros. 2a edição; São Paulo:Edgard Blucher. 2007.
PAINTER, P. C. E COLEMAN, M. M. Fundamentals of Polymer Science: an introductory text. New York:CRC Press. 2000.
BILLMEYER, F. W. Textbook of Polymer Science. New York:John Wiley & Sons. 1984.
SPERLING, L. H. Introduction to Physical Polymer Science. 3rd edition; New York:John Wiley & Sons, 2001.
LISBÃO, A. S. Estrutura e propriedades dos polímeros. São Paulo:EdUFSCar. 2002.

 

DISCIPLINA: CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS

Ementa:
Classificação dos materiais. Estrutura atômica e forças interatômicas. Estrutura cristalina. Imperfeições em sólidos. Diagramas de fase. Propriedades Elétricas/Dielétricas. Propriedades térmicas. Propriedades Magnéticas. Propriedades Óticas. Propriedades Mecânicas. Introdução aos materiais cerâmicos, poliméricos e metálicos.

Bibliografia:
CALLISTER Jr., W. D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
SMITH, W. F.; HASHEMI, J. Foundations of materials science and engineering. New York: McGraw-Hill, 2009.
SHACKELFORD, J. F. Ciência dos materiais. Sexta edição. São Paulo: Prantice Hall, 2008.
ASKELAND, D. R.; FULAY, P. P.; WRIGHT, W. J.; BHATTACHARYA, D. K. The science and engineering of materials. Sixth edition. Stamford: Cengage Learning, 2011.

 

DISCIPLINA: CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS CERÂMICOS

Ementa: Definição de materiais cerâmicos. Estrutura dos materiais cerâmicos. Imperfeições estruturais nos materiais cerâmicos. Superfície, interfaces e contornos de grão. Diagramas de fases cerâmicas. Desenvolvimento de microestruturas cerâmicas. Crescimento do grão. Sinterização. Propriedades dos materiais cerâmicos.

Bibliografia:


KINGERY, D. W. Introduction to ceramics. 2nd Ed. New York:Wiley-Interscience. 1976.
CHIANG, Y-M.; BIRNIE III, D.; KINGERY, W. D. Physical ceramics: Principles for ceramic science and engineering. New York:Wiley. 1996.
BARSOUM, M. W. Fundamentals of ceramics. London:IOP Publishing Ltd. 2003.
CARTER, C. B.; NORTON, M. G. Ceramic materials: science and engineering. Second edition. New York:Springer. 2013.

 

DISCIPLINA: CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS COMPÓSITOS

Ementa: Conceitos Fundamentais sobre compósitos. Reforços e matrizes. A importância da interface. Processos de fabricação. Micromecânica aplicada aos compósitos estruturais. Aplicações.

Bibliografia:

NETO, F. L.; PARDINI, L. C. Compósitos Estruturais. Ciência e Tecnologia. 1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2006.
CAHN, R. W., HAASEN, P., KRAMER, E. J. Materials Science and Technology. A comprehensive treatment. Volume 13, 1993.
AGARWAL, B.D.; BROUTMAN, L.J. Analysis and performance of fiber composites. New York: John Wiley, 1990.
CHAWLA, K. K. (1987). Composite Materials, Science and Engineering, Springer-Verlag New York
MATTHEWS, F.L.; RAWLINGS, R.D. Composite materials: engineering and Science. London:Chapman & Hall, 1994.
CALLISTER Jr., W. D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.

 

DISCIPLINA: ESPECTROMETRIA DE MASSAS: FUNDAMENTOS E APLICAÇÕES

Ementa:

Teórica: 1. Técnicas de Ionização: a) baixas pressões: ionização por elétrons (EI); ionização química (CI); FAB “Fast-Atom-Bombardment”; MALDI (Matrix Assisted Laser Desorption Ionization); b) a pressão atmosférica: ESI (Electron-Spray Ionization); APPI (Atmospheric Pressure Photoionization); APCI (Atmospheric Pressure chemical ionization); DESI (Desorption Electrospray ionization mass
spectrometry); DART (Direct Analysis in Real Time); ASAP (Atmospheric Solids Analysis Probe); e EASI (Easy Ambient Sonic-Spray Ionization); 2. Analisadores de massas: Analisadores magnéticos e
eletrostáticos; quadrupolos e multiquadrupolos; “Ion-Traps” (ICR, QIT); tempo de voô (TOF); e Analisadores híbridos (Q-TOF, ICR-QIT); 3. Conceitos Gerais: Transmissão; Análise/Interpretação de
espectros: íon/molecular, isótopos, fragmentação, mecanismos, resolução, caracterização de compostos e classes de compostos; outras técnicas: CG-MS, LC-MS, MS/MS/MS; MSn; CID (collision-induced
dissociation); 4. Detectores de íons: gaiola de Faraday; Fotomultiplicadores; cela de ICR; etc; 5. Aplicações: Química Forense; Toxicologia Forense; Alimentos; Polímeros; Proteômica; e Petroleômica;

Prática: 1) GC-EI-MS: Construção da curva de quantificação e interpretação de mecanismos de fragmentação; 2) ESI: experimentos de infusão direta por ESI para análise de alguns medicamentos; 3)
APCI e APPI: ionização de moléculas de baixa polaridade como hormônios e derivados de terpenos; 4) MALDI: ionização de Polímeros peptídeos; 5) ESI para petroleômica: Análise de petróleo e seus cortes.


Bibliografia:

Hoffmann, E., Stroobant, V. Mass Spectrometry: Principles and Applications, Ed. Willey, 3rd Edition, 2007.
Watson, J.T.; Sparkman, O.D. Introduction to Mass Spectrometry: Instrumentation, Applications and Strategies for Data Interpretation, 4a ed., John Wiley & Sonds Ltd:West Sussex, 2008.
Gross, J.H.; Roepstorff, P. Mass Spectrometry: A textbook by 1a ed., Springer: New York, 2004.
Lee, T. A. A. Beginner’s Guide to Mass Spectral Interpretation, 1 ed., John Willey & Sonds Ltd: West Sussex, 1998.
Silverstein, R. M., Webster, F. X por Indentificação espectrométrica de Compostos Orgânicos, 6 ed., Rio de Janeiro: LTC, 2000.
Romão, W.; Vaz, B. G.; Capítulo 1: Fundamentos e Aplicações da Espectrometria de Massas. Fundamentos de Espectrometria e Aplicações, volume 7. Rio de Janeiro: Atheneu, 2014.

 
DISCIPLINA: ESTUDO DIRIGIDO

Ementa: Levantamento bibliográfico e discussão em grupo de temas específicos associados ao projeto de pesquisa dos alunos sob supervisão de um docente do programa de pós-graduação.

Bibliografia:

Artigos científicos propostos pelos alunos e pelo docente responsável pela disciplina.

 

DISCIPLINA: FUNDAMENTOS E TECNOLOGIAS PARA O TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIO

Ementa: Caracterização das águas residuárias/esgotos sanitário. Condições de lançamento de graus de tratamento necessários. Remoção de sólidos grosseiros e areia - grades, peneiras, desarenação. Remoção de sólidos sedimentáveis - sedimentação de partículas discretas. Decantadores primários. Tratamentos biológicos. Tratamentos biológicos aeróbios de leitos fluidos: lagoas aeradas, lodos ativados e suas variantes. Tratamentos biológicos aeróbicos com suporte de biomassa. Tratamento Biológico Anaeróbio. Reator anaeróbio de fluxo ascendente de manto de lodo (UASB). Combinação de
sistemas anaeróbios e aeróbios. k) Lagoas de estabilização. Tratamento de esgotos no solo.


Bibliografia:

TCHOBANOGLOUS, G.; BURTON, F. L.; STENSEL, H. D. Wastewater engineering: treatment, disposal, and reuse. 4rd ed. Metcalf & Eddy, Inc. New York: McGraw Hill, 2002.
QASIM, S. R. Wastewater treatment plants – Planning, design and operation. Florida, USA: CRC Press LLC, 1999.
MAIER, Raina M.; PEPPER, Ian L.; GERBA, Charles P. Environmental microbiology. 2.ed. San Diego: Elsevier, 2009.
LINDREA, K; WANNER, J.; DOUGLASS, J. Activated Slude Pages http://scitrav.com/wwater/cap1/cover, 1998.
ECKENFELDER, W.W; GRAN, P. Activated sludge process design and control; theory and practice. Technomic Publishing Co., 1992.
VAN HAANDEL, A. C.; MARAIS, G. O comportamento do sistema de lodo ativado - Teoria, e aplicações para projetos e operação. UFPb, Campina Grande, 1999.
Artigos técnicos de publicações especializadas (Journal AWWA, Water Research, Water Environment Research, Environmental Science & Technology, etc.).
BITTON, G. Wastewater microbiology. 3.ed. New Jersey: Wiley-Liss, 2005.


DISCIPLINA: GERENCIAMENTO DO LODO GERADO EM ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS

 

Ementa: Características qualitativas e quantitativas de lodo gerado em ETE. Processos de digestão de lodo gerado em ETE. Operações de adensamento por gravidade, adensamento mecânico e flotação de lodo de ETE. Condicionamento químico do lodo de ETE. Desaguamento mecânico e natural de lodo de ETE. Higienização de lodo gerado de ETE. Disposição final de lodo gerado em ETE.


Bibliografia:

WATER POLLUTION CONTROL FEDERATION. Sludge thickening – Manual of practice FD-1, Washington, 1980.
WATER POLLUTION CONTROL FEDERATION “Sludge conditioning – Manual of practice FD-14, Alexandria,VA, 1988.
WATER POLLUTION CONTROL FEDERATION. Sludge dewatering – Manual of practice FD-20, Alexandria,VA, 1983.
AMERICAN SOCIETY OF CIVIL ENGINEERS. Management of water treatment plant residuals, New York, ASCE, AWA, EPA, 1996.
TCHOBANOGLOUS, G.; BURTON, F. L.; STENSEL, H. D. Wastewater engineering: treatment, disposal, and reuse. 4rd ed. Metcalf & Eddy, Inc. New York: McGraw Hill, 2002. 1848p.
Artigos técnicos de publicações especializadas (Journal AWWA, Water Research, Water Environment Research, Environmental Science & Technology, etc.).
ANDREOLI, Cleverson Vitório ( Coord.). Alternativas de uso de resíduos do saneamento. Rio de Janeiro: ABES, 2006.
MANCUSO, Pedro Caetano Sanches; SANTOS, Hilton Felício (ed.). Reúso da água. Barueri: Editora Manole, 2003.
ANDREOLI, Cleverson Valerio; VON SPERLING, Marcos; FERNANDES, Fernando. Lodo de esgoto: tratamento e disposição final. Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental-
UFMG; Companhia de Saneamento do Paraná, 2001.
US EPA – UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY. Control of pathogens and vector attraction in sewage sludge. EPA/625/R-92/013: Cincinnati, 2003.
US EPA – UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY. Land application of sewage sludge and domestic septage – Process design manual. EPA/625/R-95/001: Cincinnati, 1995.
US EPA – UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY. Biosolids applied to land: advancing standards and practices. Washington: National Academy Press, 2002. Disponível em: <http://www.epa.gov/ost/biosolids>.


DISCIPLINA: GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE SISTEMAS DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Ementa: Fundamentos em resíduos sólidos e em seu processo de gestão. Sistemas de resíduos sólidos, etapas do gerenciamento e os impactos socioeconômicos, ambientais e à saúde. Classificação e caracterização de resíduos sólidos e sua influência nos planos de gestão. Diagnóstico ou inventário dos resíduos sólidos como base para a elaboração de planos de gerenciamento e gestão. O processo de gestão dos resíduos sólidos urbanos e os fatores críticos que o influenciam. Gestão de resíduos específicos: resíduos de serviço de saúde, resíduos da construção civil, resíduos industriais, resíduos
eletroeletrônicos - cenário atual, marco legal regulatório, impactos socioeconômicos e ambientais e efeitos à saúde envolvidos. O atual marco legal regulatório nacional e a sustentabilidade social, econômica e ambiental. Gestão para o Desenvolvimento Sustentável: construção, uso e comunicação de indicadores. Elaboração e apresentação de estudos de caso inseridos no contexto atual da gestão dos resíduos sólidos no Brasil.

Bibliografia:
BISHOP, P. Pollution Prevention: Fundamentals and Practice. McGraw Hill, New York, USA, 2000.
CHEREMISINOFF, N. P. Handbook of Solid Waste Management and Waste Minimization Technologies. Amsterdam:Butterworth. 2006.
JACOBI, P. Gestão Compartilhada dos Resíduos Sólidos. ANNABLUME. São Paulo. 2006.
KEITH, F.; TCHOBANOGLOUS, G. Handbook of Solid Waste Management. McGrall Hill Inc. New York. 2002.
KIEHL, E. J. Fertilizantes Orgânicos. São Paulo, Editora Agronômica CERES, 1985.
LUND, R. F. The Mcgrall Hill Recycling Handbook. McGrall Hill. New York. 1993.
MIHELCIC, J. R.; ZIMMERMAN, J. B. Engenharia Ambiental – Fundamentos, Sustentabilidade e Projeto. São Paulo:LTC. 2012.
PHILLIP, J. R.; A., MALHEIROS; T. F. Indicadores de Sustentabilidade e Gestão Ambiental. São Paulo:Manole, 2013.
REINFELD, N. V. Sistemas de reciclagem comunitária. São Paulo: Makron Books. 1994.
REINHART, D. R.; WORRELL, W. A; VESILIND, P. A. Solid Waste Engineering. Brooks/Cole, Pacific Grove, Calif. 2001.
HESTER, R. E. Environmental and health impact of solid waste management activities. Royal Society of Chemistry, 2003.
TCHOBANOGLOUS, G. Solid Wastes Engineering Principles and Management Issues. McGraw Hill. New York. 1992.
VESILIND, P. A.; MORGAN, S. M. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo:Cengage Learning, 2011.

DISCIPLINA: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Ementa: Introdução à inteligência artificial. Sistemas especialistas. Agrupamento de dados. Classificação de padrões. Aproximação de funções. Predição.


Bibliografia:
HAYKIN, S. S. Neural networks and learning machines. 3a ed. New York:Pearson. 2009.
RUSSELL, S. J.; NORVIG, P. Artificial intelligence: a modern approach. 2ª. Ed. Uppersaddle River:Prentice-Hall. 1995.

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AOS BIOMATERIAIS

Ementa: Definição de biomateriais. Ensaios de biocompatibilidade. Química superficial de materiais de implantes. Materiais de implante: cerâmicas; polímeros; metais; compósitos. Aplicações.

Bibliografia:


HENCH, L. Biomaterials: An Interfacial Approach. New York:Academic Press. 1982.
PARK, J.; LAKES, R. S. Biomateriais: An Introduction. 3rd Ed. New York:Springer. 2010.
RATNER, B. D.; HOFFMAN, A. S.; SCHOEN, F. J.; LEMONS, J. E. Biomaterials Science: An introduction to materials in medicine. 3rd Ed. Oxford:Academic Press. 2012.
OREFICE, R. L.; PEREIRA, M. M.; MANSUR, H. S. Biomateriais – fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan. 2012.


DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA

Ementa: A fundamentação histórica da ciência antiga e moderna. Os fenômenos e a metodologia experimental. A verdade científica e os princípios do determinismo. O projeto de pesquisa. A metodologia experimental. Métodos e técnicas de redação. A importância da discussão em um texto científico. A pesquisa bibliográfica e o Portal de Periódico da Capes.


Bibliografia:
CHAUI, M. Convite à Filosofia. 1ª.ed. Editora Ática, São Paulo - SP, 2000.
CRUZ, A.C.; PEROTA, M. L. R.; MENDES, M. T. R. Elaboração de referências (NBR 6023/2002) 2ª. Ed. Editora Interciência, Rio de Janeiro - RJ, 2001
GUERRA, M.O; CASTRO, N.C. Como fazer um Projeto de Pesquisa. 1ª. Ed. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2002.
MATTAR, J. Metodologia científica na era da informática. 3ª. São Paulo: Saraiva, 2008.
VIEIRA, S. Como escrever uma tese. 5ª. São Paulo: Pionez, 1999.
VOLPATO, G. Bases Teóricas para Redação Científica. 1ª. Ed. São Paulo: Cultura Acadêmica Editora, 2007.
VOLPATO, G. Publicação Científica. 3ª. Ed. São Paulo: Cultura Acadêmica Editora, 2008.


DISCIPLINA: MÉTODOS DE OTIMIZAÇÃO: MATEMÁTICOS E HEURÍSTICOS

Ementa: Aplicação da otimização em processos e sistemas; programação linear; método simplex; métodos de Newton; métodos Quase-Newton; métodos de pontos interiores; programação inteira;  métodos heurísticos; uso de ferramenta computacional e da linguagem de programação C para problemas.


Bibliografia:

GOLDBARG, M. C.; LUNA, H. P. L. Otimização Combinatória e Programação Linear: Modelos e Algoritmos. Rio de Janeiro:Campus. 2000.
CAMPONOGARA, E. Métodos de Otimizacão: Teoria e Prática. Florianópolis, Universidade Federal de Santa Catarina, Departamento de Automacão e Sistemas, 2006.
POTRA, F. A.; WRIGHT, S. J. Interior-Point Methods. Journal of Computational and Applied Mathematics, vol. 120, pp. 281-302. Elsevier Science B.V, 2000.
FERRIS, M. C.; MANGASARIAN, O. L.; WRIGHT, S. J. Linear Programming with MatLab. Philadelphia, EUA, Society for Industrial and Applied Mathematics, 2007.
GLOVER, F.; KOCHENBERGER, G. A. Handbook of Metaheuristics. Nova York:Kluwer Academic Publishers. 2003.
LOPES, H. S.; TAKAHASHI, R. H. C. Computação Evolucionária em Problemas de Engenharia. Curitiba:Omnipax. 2011.
SCHILDT, H. C Completo e Total. São Paulo:Pearson Makron Books. 2007.
NEMHAUSER, GEORGE L.; WOLSEY, LAURENCE A. Integer and Combinatorial Optimization. Nova York:John Wiley & Sons. 1999.
PIERRE, D. A. Optimization Theory with Applications. Nova York:Dover. 1986.
ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V. Fundamentos da Programação de Computadores: Algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. São Paulo:Pearson Prentice Hall. 2007.
KYLE LOUDON. Mastering Algorithms with C. O'Reilly Media. Print: 1999. Ebook: 2009.
DAMAS, L. Linguagem C. Rio de Janeiro: LTC. 2007.


DISCIPLINA: MÉTODOS EXPERIMENTAIS DE CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAIS

Ementa: Parte teórica: Análises químicas global e local; Análises micro e macroestrutural; Microscopias óptica e eletrônica; Difratometria de raios-X; Análises térmicas; Ensaios e propriedades mecânicas. Parte prática: Análise química de ligas ferrosas e não-ferrosas; Análise fratográfica de metais; Análise estrutural por raios-X de cerâmicas; Análise térmica de polímeros; Ensaios mecânicos de tração, impacto e dureza em metais.


Bibliografia:
BARNARD, J.; CHAYEN, D. “Métodos Modernos de Análises Químicas”, Editora Urmo (Bilbao), São Paulo, 1970.
CULLITY, B. D.; STOCK, S. R. “Elements of X-Ray Diffraction”, Pearson, London, 2001.
EWING, G. W. “Métodos Instrumentais de Análise Química”, Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1972.

GARCIA, A.; SPIM, J. A.; SANTOS, C. A. “Ensaios dos Materiais”, Editora LTC, São Paulo, 2000.
MANNHEIMER, W. “Microscopia dos Materiais - Uma Introdução”, Editora da Sociedade Brasileira de Microscopia e Microanálise, São Paulo.
MENCZEL, J. D.; PRIME, R. B. “Thermal Analysis of Polymers, Fundamentals and Applications”, Editora Wiley, New York.
SOUZA, S. A. “Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos”, Editora Edgard Blücher, São Paulo.
SUBBARAO, E. C.; CHAKRAVORTY, D. MERRIAM, M. F. e SINGHAL, L. K. “Experiências de Ciências dos Materiais”, Editora da USP, São Paulo.


DISCIPLINA: MICROSCOPIA E MICROANÁLISE

Ementa: Conceitos e aplicações da microscopia. O Brasil e a microscopia. Teoria básica da microscopia. Histórico, conceitos, fundamentos e aplicações da microscopia na Microscopia Óptica; Microscopia Eletrônica de Transmissão e de Varredura. Microscopia de Ponta de Prova. Aplicação da microscopia no estudo de materiais diversos. Preparação de amostras: Metalografia; Polímeros; Cerâmicas e Materiais Biológicos.


Bibliografia:
MANNHEIMER, W. A. Microscopia doa Materiais: uma introdução. Rio de Janeiro:E-papers Serviços Editoriais. 2002. 221p.
DEDAVID, B. A.; GOMES, C. I.; MACHADO, G. Microscopia eletrônica de varredura: aplicações e preparação de amostras: materiais poliméricos, metálicos e semicondutores. Porto Alegre:EDIPUCRS, 2007.
Microscopia Óptica: fundamentos e Aplicações às Ciências Biomédicas. Editor: Wanderley de Souza. ISBN 978-85-98460-08-6.
DE SOUZA. Técnicas de Microscopia eletrônica aplicadas às Ciências Biológicas. 2ª. Ed. Rio de Janeiro:Ed. Sociedade Brasileira de Microscopia. 2007. 357 p.
GOLDSTEIN, J. I. et al. Scanning Electron Microscopy and X-ray Microanalysis, Vol. 01. 3ª. Ed.  Editora Springer, US. 1992. 689 p.


DISCIPLINA: MODELAGEM MOLECULAR APLICADA AO PLANEJAMENTO RACIONAL DE MATERIAIS

Ementa: Otimização de geometria com a mecânica molecular. Análise conformacional. Métodos semi-empíricos nos cálculos de estrutura eletrônica. Métodos quânticos nos cálculos de estrutura eletrônica. Planejamento computacional de nanoligas, nanotubos e nanofármacos. Estudo das propriedades espectroscópicas e eletrônicas dos materiais. Estudo in silico de organometálicos. Mecanismos in silico de polimerização de materiais.


Bibliografia:
LEACH, A. R. Molecular modelling: principles and applications. 2a Ed. Essex:Pearson Educated Limited. 2001. 744 p.
SOLOMONS, T. W. G. Química Orgânica, 6a edição, volume 2. Rio de Janeiro:LTC. 1996.
VAN GUNSTEREN, W. F., BILLETER, S. R., EISING, A. A., HÜNENBERGER, P. H., KRÜGER, P.,MARK, A. E., SCOTT, W. R. P., TIRONI, I. G. Biomolecular Simulation: The GROMOS96 manual and user guide. Zürich, Switzerland: Hochschulverlag AG an der ETH Zürich. 1996.

DISCIPLINA: MODELAGEM NUMÉRICA DE PROCESSOS AMBIENTAIS

Ementa: Introdução à dinâmica dos fluidos computacional. Aspectos matemáticos das equações de conservação. Etapas para a solução numérica. Equações de Navier-Stokes. Equações governantes – leis de conservação. Geometria para DFC. Malhas para DFC. Condições de contorno e condições iniciais. Modelagem da turbulência. Criação de um estudo de caso da simulação numérica do escoamento de fluidos.


Bibliografia:

FORTUNA, A. O. Técnicas Computacionais para Dinâmica dos Fluidos Conceitos e Aplicações. São Paulo: EDUSP, 2000.
BORTOL, A. L. Introdução à Dinâmica dos Fluidos Computacional. Porto Alegre:UFRS. 2000.
MALISKA, C. R. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional. Rio de Janeiro:LTC, 2004.

DISCIPLINA: PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS APLICADAS A ENGENHARIA

Ementa: Práticas sustentáveis: histórico, conceitos, critérios e metodologias. Análise de sistemas simplificados aplicáveis para solução de problemas de ambientais. Biotecnologia como prática sustentável. Projetos e ações educativas em meio ambiente e saúde. Projetos sustentáveis e alternativas tecnológicas com baixa emissão de carbono. Desenvolvimento de projeto a ser aplicado em local definido como objeto de estudo de caso. Projetos exitosos com foco na sustentabilidade: estudo de casos.

Bibliografia:
MIHELCIC, J. R., ZIMMERMAN, J. B. Engenharia ambiental: fundamentos, sustentabilidade e projeto. Rio de Janeiro:LTC. 2012.
BOTKIN, D. B.; KELLER, D. B. Ciência ambiental: terra, um planeta vivo. Rio de Janeiro:LTC.2011.
ROMM, J. J. Empresas eco-eficientes. São Paulo:Signus. 2004.
MONTIBELLER FILHO, G. Empresas, desenvolvimento e ambiente: diagnóstico e diretrizes de sustentabilidade. São Paulo:Manole. 2007.
PHILIPPI JR., A. (ED). Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Barueri:Manole. 2005.
FREITAS, C. M.; PORTO, M. F. Saúde, ambiente e sustentabilidade. Rio de Janeiro:FIOCRUZ. 2006.

DISCIPLINA: PROCESSAMENTO DE MATERIAIS CERÂMICOS

Ementa: Matérias primas naturais e sintéticas. Beneficiamento de matérias primas naturais. Síntese de matérias primas sintéticas. Preparação de massas cerâmicas. Métodos de conformação; secagem; sinterização; acabamento superficial.

Bibliografia:
REED, J. S. Introduction to the principles of ceramic processing. Second edition. New York:Wiley-Interscience. 1995. 486 p.
RAHAMAN, M. R. Ceramic processing and sintering. 2nd Ed. New York:CRC Press. 2003. 875 p.
RAHAMAN, M. R. Ceramic processing. New York:CRC Press. 2006. 473 p.
KING, A. G. Ceramic technology and processing: A practical working guide. New York:William Andrew Publishing. 2003. 533 p.

DISCIPLINA: PROCESSAMENTO DE MATERIAIS METÁLICOS

Ementa: Elaboração e Refino de Metais. Solidificação. Conformação Termomecânica. Tratamentos Térmicos. Métodos de produção e consolidação de pós metálicos. Soldagem. Usinagem.

Bibliografia:
BRESCIANI F., E. et al. Conformação Plástica dos Metais. Editora da Unicamp, Campinas, 1991.
BEISS, P.; DALAL, K.; PETERS, R. International Atlas of Powder Metallurgical Microstructures. New Jersey: Metal Powder Industries Federation, 2002.
HUMPSTON, G.; JACOBSON, D.M. Principles of Soldering. USA: ASM, 2004.
KRAUSS, G. Steels: Processing, Structure, and Performance. USA: ASM, 2005.
RIZZO, Ernandes Marcos da Silveira. Introdução aos processos de lingotamento dos aços. São Paulo: ABM, 2006.
SEMIATIN, S. L. (Ed.). Handbook: Metalworking: Bulk Forming. USA: ASM, 2005, v. 14A.

DISCIPLINA: PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS

Ementa: Introdução ao pds. Sinais e sistemas discretos no tempo. Revisão de transformada z. Análise em frequência de sinais e sistemas. Análise em frequência de sistemas lineares invariantes no tempo. Conversão a/d e d/a. Transformada discreta de Fourier. Transformada rápida de Fourier. Implementação de sistemas discretos no tempo. Tópicos avançados de processamento digital de sinais.
Bibliografia:
PROAKIS, J. G.; MANOLAKIS, D. G. Digital signal processing – principles, algorithms and applications. 4ª Ed. Michigan Prentice Hall. 2006.
INGLE, V. K.; PROAKIS, J. G. Digital signal processing – using matlab. 3ª Ed. Northeastern University Cengage Learning, 2010.
OPPENHEIM, A. V. Discrete-time signal processing, 3ª ed. Massachusets:Prentice Hall. 2009.

DISCIPLINA: PROCESSOS E TECNOLOGIAS SUSTENTÁVEIS EM RESÍDUOS SÓLIDOS

Ementa: Resíduos Sólidos: uma consequência da vida. Os impactos da geração de resíduos sólidos. Produção de resíduos em uma sociedade industrializada. Resíduos sólidos urbanos: Origem, produção e características. Classificação e caracterização. Determinação das composições física, química e biológica. Análise dos constituintes visando sua prevenção, redução, reutilização e reciclagem.
Minimização de resíduos sólidos: redução, reutilização e reciclagem. Consumo sustentável. Coleta seletiva e reciclagem: alternativas para implantação de programas. A importância do planejamento.
Mercado para os recicláveis. Sistemas de triagem: estudo de viabilidade para escolha de alternativa. Indicadores aplicados à operação e manutenção de Sistemas de Reciclagem de Resíduos Sólidos.
Monitoramento em Sistemas de Reciclagem de Resíduos Sólidos. Programas de mobilização social. Estudos de Caso. Elaboração e apresentação de trabalhos inseridos no contexto atual da gestão dos
resíduos sólidos no Brasil.
Bibliografia:
BIDONE, F. R. A. Metodologias e técnicas de minimização, reciclagem e reutilização de resíduos sólidos urbanos. Rio de Janeiro:ABES
BISHOP, P. Pollution Prevention: Fundamentals and Practice. McGraw Hill, New York, USA, 2000.
CHEREMISINOFF, N. P. Handbook of Solid Waste Management and Waste Minimization Technologies. Amsterdam:Butterworth. .2006
JACOBI, P. Gestão Compartilhada dos Resíduos Sólidos. ANNABLUME. São Paulo. 2006.
KEITH, F.; TCHOBANOGLOUS, G. Handbook of Solid Waste Management. McGrall Hill Inc. New York. 2002
KIEHL, E.J. Fertilizantes Orgânicos. São Paulo, Editora Agronômica CERES, 1985. 492p.
LUND, R. F. The Mcgrall Hill Recycling Handbook. McGrall Hill. New York. 1993.
MIHELCIC, J. R., ZIMMERMAN; J. B. Engenharia Ambiental – Fundamentos, Sustentabilidade e Projeto. São Paulo: LTC, 2012.
PHILLIP, J. R.; A., MALHEIROS; T.F. Indicadores de Sustentabilidade e Gestão Ambiental. São Paulo:Manole, 2013.
REINFELD, N. V. Sistemas de reciclagem comunitária. São Paulo: Makron Books. 1994.
REINHART, D. R.; WORRELL, W. A; VESILIND, P. A. Solid Waste Engineering. Brooks/Cole, Pacific Grove, Calif. 2001
HESTER, R. E. Environmental and health impact of solid waste management activities. Royal Society of Chemistry, 2003.
TCHOBANOGLOUS, G. Solid Wastes Engineering Principles and Management Issues. McGraw Hill. New York. 1992.

DISCIPLINA: PROCESSOS ESTOCÁSTICOS

Ementa: Introdução aos processos aleatórios. Probabilidade e estatística. Variáveis aleatórias e variáveis aleatórias múltiplas. Processos estocásticos. Aplicação de processos estocáticos.
Bibliografia:
SODERSTROM, T. Discrete-time stochastic systems, estimation and control. Prentice-HALL. 2004.
HWEI HSU, SCHAUM'S. Outline of probability, random variables, and random processes, 2ª. ED. McGRAW-HILL. 2010.

DISCIPLINA: QUÍMICA FORENSE

Ementa: Introdução a Química Forense: a) conceitos; b) leis, c) área de atuação (perito criminal); d) função do perito; e) local de crime; f) apreensões 2. Subdivisões: a) Documentoscopia; b) Balística; c) Drogas de Abuso; d) Toxicologia Forense; e) Adulteração de combustível; 3. Técnicas Analíticas e aplicações em Química Forense: a) Fluoresência de Raios-X; b) Espectrometria de Massa (LC e CG-MS); c) Análise Termogravimétrica; d) Espectroscopia na região do Infravermelho (FTIR, NIR, microsespectroscopia); e) Espectroscopia de emissão atômica (ICP-MS, ICP-OES); f) Quimiometria

Bibliografia:
Bruni, A. T.; Velho, J. A.; Oliveira, M. F. Fundamentos de Química Forense – Uma análise prática da química que soluciona crimes, Millennium: Campinas, 2012.
Mendes L.B. Documentoscopia, 3 ed., Millennium: Campinas, 2010.
Passagli, M. Toxicologia Forense, 2 ed, ed Millenium:Campinas, 2009.
Tocchetto, D. Balística Forense: Aspectos técnicos e jurídicos, 5 ed., Millenium:Campinas, 2009.
Jobin, L.F.; Costa, L. R. S.; Silva, M. Identificação Humana – Identificação Médico Legal, Perícias Odontológicas, Identificação Humana pelo DNA, 2 ed., ed Millenium:Campinas, 2012.
Dorea, L.E.; Stumvoll, V. P. Criminalística, 2 ed., Millenium:Campinas, 2012.
Dorea, L.E. Local de Crime, 1 ed, ed Millenium:Campinas, 2012.
Holler F.J.; Skoog, D. A.; Crouch S. R. Princípios de Análise Instrumental, 6 ed. Bokkman:Porto Alegre, 2009.
Silverstein, R. M.; Webster, F. X por Identificação espectrométrica de Compostos Orgânicos, 6 ed. LTC Livros Técnicos e Científicos: Rio de Janeiro, 2000.

DISCIPLINA: QUÍMICA QUÂNTICA

Ementa: Da mecânica clássica a mecânica quântica. Operadores em mecânica quântica. Postulados da mecânica quântica. O átomo de hidrogênio e a equação de Schrödinger. A partícula na caixa e a
partícula livre. Efeito tunelamento. Oscilador harmônico. O método Variacional. As equações de Hartree-Fock.

Bibliografia:
Peixoto, E. M. A. Teoria Quântica. São Paulo. 1988.
LEACH, A. R. Molecular modelling: principles and applications. 2a Ed. Essex:Pearson Educated Limited. 2001. 744 p.
Nussenzveig, H. M. Curso de Física Básica. Vol. 4. Ed. Edgard Blücher LTDA. 2002.
LEVINE, I. N. Quantum Chemistry. 6a. Ed. Rio de Janeiro:LTC. 2009.

DISCIPLINA: RECICLAGEM DE RESÍDUOS POLIMÉRICOS

Ementa: Aspectos gerais sobre a gestão de resíduos sólidos. Diferentes tipos de reciclagem: mecânica, química e energética. Técnicas de identificação de polímeros. Impactos causados pela geração de resíduos. Reutilização de resíduos poliméricos. Projeto de implantação de uma estação de coleta seletiva. Estudo de casos.

Bibliografia:
ELOISA BIASOTTO MANO, LUÍS CLÁUDIO MENDES. Identificação de Plásticos, Borrachas e Fibras. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2000.
ELOISA BIASOTTO MANO, ET all., Meio Ambiente, Poluição e Reciclagem. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2005.
MARIA ZANIN, SANDRO D. MANCINI, Resíduos plásticos e reciclagem, São Carlos: EdUFSCar, 2004.
MARCO AURÉLIO DE PAOLI, Degradação e Estabilização de Polímeros, São Paulo: Artliber, 2008.
CANEVAROLO JÚNIOR, Sebastião V. Ciência dos polímeros: um texto básico para tecnólogos e engenheiros. São Paulo: Artliber, 2002.

DISCIPLINA: SEMINÁRIOS

Ementa: Apresentação de temas de interesse do curso com o objetivo de aprimorar o conhecimento dos alunos em temas de pesquisa e desenvolvimentos recentes nas áreas de interesse do curso e de caráter interdisciplinar. A disciplina será composta por seminários que serão ministrados por profissionais e/ou pesquisadores convidados com relevante atuação nos assuntos selecionados.

DISCIPLINA: SENSORIAMENTO REMOTO APLICADO AO MONITORAMENTO AMBIENTAL

Ementa: Estudo das técnicas de Sensoriamento Remoto, aquisição das informações da superfície terrestre, interpretação e análise de dados de Sensoriamento Remoto. Aplicações do Sensoriamento Remoto nos levantamentos de recursos ambientais, mapeamento de recursos naturais, monitoramento das atividades antrópicas e fenômenos naturais. Uso de veículos aéreos não tripulados (VANT).
Processamento digital de imagens de Sensoriamento Remoto.

Bibliografia:
JENSEN, J. R. Remote sensing of the enviroment na earth resource perspective. Prentice-Hall,
International (UK) Limited, 544 p.
MENESES, P. R.; MADEIRA NETTO, J. S. Sensoriamento Remoto: Reflectância dos Alvos Naturais. Ed.
Univ. de Brasília, 2001, 262p.
MOREIRA, M. A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. Editora
Universidade Federal de Viçosa. 250 p
NOVO, E. M. L. M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. São Paulo:Edgard Blücher, 3ª
edição, 2008. 358p.

DISCIPLINA: SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÕES

Ementa: Fundamentos dos Sistemas de Telecomunicações. Medidas em Telecomunicações. Sistemas de Telefonia Fixa. Tecnologias DSL (Linha Digital do Assinante). Tecnologias CATV (TV a cabo) e Cable Modem. Comunicações Ópticas. Redes PON (redes ópticas passivas). Tecnologia Celular. Tecnologia de comunicação sem fio WiFi. Sistemas de Rádio e Televisão.

Bibliografia:
MEDEIROS, J.C.O. Princípios de Telecomunicações: Teoria e Prática. Editora Érica:São Paulo. 2004.
JESZENSKY, P.J.E. Sistemas Telefônicos. São Paulo:Editora Manole. 2003.
HAYKIN, S. Sistemas de Comunicação. São Paulo:Editora Bookman. 2008.
RIBEIRO, J.A.J. Comunicações ópticas. Rio de Janeiro:Editora Érica. 2007.

DISCIPLINA: SUSTENTABILIDADE DAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIO – REUSO DO EFLUENTE E GERENCIAMENTO DO LODO

Ementa: Condições ideais para concepção de uma estação de tratamento de esgotos sustentável. Apresentação e discussão das principais formas de reuso do efluente final gerado nas ETE. Tratamento
terciário/avançado do esgoto visando reuso do efluente final. Estimativa da produção, tratamento e alternativas sustentáveis de disposição final do lodo biológico gerado em estações de tratamento de
esgoto sanitários.


Bibliografia:
WATER POLLUTION CONTROL FEDERATION. Sludge thickening – Manual of practice FD-1, Washington, 1980.
WATER POLLUTION CONTROL FEDERATION “Sludge conditioning – Manual of practice FD-14, Alexandria,VA, 1988.
WATER POLLUTION CONTROL FEDERATION. Sludge dewatering – Manual of practice FD-20, Alexandria,VA, 1983.
AMERICAN SOCIETY OF CIVIL ENGINEERS. Management of water treatment plant residuals, New York, ASCE, AWA, EPA, 1996.
TCHOBANOGLOUS, G.; BURTON, F. L.; STENSEL, H. D. Wastewater engineering: treatment, disposal, and reuse. 4rd ed. Metcalf & Eddy, Inc. New York: McGraw Hill, 2002. 1848p.
Artigos técnicos de publicações especializadas (Journal AWWA, Water Research, Water Environment Research, Environmental Science & Technology, etc.)
ANDREOLI, Cleverson Vitório (Coord.). Alternativas de uso de resíduos do saneamento. Rio de Janeiro: ABES, 2006. 417 p. ( Biossólidos,4)
CASSINI, Sérvio Túlio (Coord.). Digestão de resíduos sólidos orgânicos e aproveitamento do biogás. Rio de Janeiro: Abes, RiMa, 2003. 210p. (Projeto Prosab).
MANCUSO, Pedro Caetano Sanches; SANTOS, Hilton Felício (ed.). Reúso da água. Barueri: Editora Manole, 2003. 579 p.
ANDREOLI, Cleverson Valerio; VON SPERLING, Marcos; FERNANDES, Fernando. Lodo de esgoto: tratamento e disposição final. Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental-UFMG; Companhia de Saneamento do Paraná, 2001. v. 6, 484 p.
US EPA – UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY. Control of pathogens and vector attraction in sewage sludge. EPA/625/R-92/013: Cincinnati, 2003. 177p.
US EPA – UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY. Land application of sewage sludge and domestic septage – Process design manual. EPA/625/R-95/001: Cincinnati, 1995. 290p.
US EPA – UNITED STATES ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY. Biosolids applied to land: advancing standards and practices. Washington: National Academy Press, 2002. 266 p. Disponível em: <http://www.epa.gov/ost/biosolids>. Acesso em: 15 nov. 2007.

DISCIPLINA: SUSTENTABILIDADE, INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA

Ementa: Relações entre ciência, tecnologia, meio ambiente, desenvolvimento econômico e social. A tecnologia e as questões ambientais. Sustentabilidade: Conceituação, aspectos históricos e prática da tecnologia sustentável. O processo de inovação tecnológica: da ideia ao produto. Ciclo de vida do produto. Contratos de transferência de tecnologias: exploração de patentes, uso de marcas, fornecimento de tecnologia, prestação de serviços de assistência técnica e científica. Propriedade intelectual, propriedade Industrial e capital intelectual. Patentes: definições, pedidos e vigência. Financiamentos para Ciência, Tecnologia e Inovação. Inovação e Empreendedorismo. Spin-offs.


Bibliografia:

MIHELCIC, J. R., ZIMMERMAN, J. B. Engenharia ambiental: fundamentos, sustentabilidade e projeto. Rio de Janeiro:LTC. 2012.
PHILLIP, J. R.; A., MALHEIROS; T. F. Indicadores de Sustentabilidade e Gestão Ambiental. São Paulo:Manole, 2013.
ACORDO DE LISBOA. Acordo sobre Proteção das Denominações de Origem e seu Registro Internacional, em 31 de outubro de 1958. Disponível em:<http://www.marcasepatentes.pt/files/collections/pt_PT/1/5/21/Acordo%20de%20Lisboa-Registo%20Internacional%20DO.pdf>. Acesso em 26 fev. 2014.
BRASIL. Decreto n.57.125, de 19 de outubro de 1965. Senado. Disponível em: <http://legis.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=115987>. Acesso em 26 fev. 2014.
BRASIL. Decreto n. 75.699, de 6 de maio de 1975. Planalto. Disponível em:<https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1970-1979/d75699.htm>. Acesso em 26 fev. 2014.
BRASIL. Lei n. 9.279, de 14 de maio de 1996. Planalto. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9279.htm>. Acesso em 26 fev. 2014.
BRASIL. Lei n. 9.456, de 25 de abril de 1997. Planalto. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9456.htm>. Acesso em 26 fev. 2014.
BRASIL. Lei n. 9.609, de 19 de fevereiro de 1998. Planalto. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9609.htm>. Acesso em 26 fev. 2014.
BRASIL. Lei n. 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. Planalto. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9610.htm>. Acesso em 26 fev. 2014.
BRASIL. Lei n. 11.484, de 31 de maio de 2007. Planalto. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11484.htm>. Acesso em 26 fev. 2014.
CONVENÇÃO DE BERNA. Proteção das Obras Literárias e Artísticas, em 9 de setembro de 1886. Disponível em:< http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11484.htm>. Acesso em 26 fev. 2014.
CONVENÇÃO DE PARIS. Proteção da Propriedade Industrial, em 20 de março de 1883. Disponível em:< http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1990-1994/anexo/and1263-94.pdf>. Acesso em 26 fev.2014.
INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL. Guia para Depósito de Patentes. INPI, 2008. Disponível em:<http://www.inpi.gov.br/images/stories/downloads/patentes/pdf/Guia_de_Deposito_de_Patentes.pdf>. Acesso em 26 fev. 2014.
INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL. Guia de Tramitação de Pedidos de Patentes. INPI, 2008. Disponível em:<http://www.inpi.gov.br/images/stories/downloads/patentes/pdf/Guia_de_Tramitacao.pdf>. Acesso em 26 fev. 2014.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL. Acordo de Haia relativo ao Registro Internacional de Desenhos Industriais, de 28 de novembro de 1960. Disponível em:<http://www.wipo.int/export/sites/www/freepublications/pt/designs/911/wipo_pub_911.pdf>. Acesso em 26 fev. 2014.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL. Tratado Internacional de Cooperação em Matéria de Patentes, Washington, em 19 de Junho de 1970. Disponível em:<http://www.wipo.int/export/sites/www/pct/pt/texts/pdf/pct.pdf>. Acesso em 26 fev. 2014.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL. Acordo de Madrid relativo ao Registro Internacional de Marcas, em 1 de Dezembro de 1995. Disponível em:<http://www.wipo.int/export/sites/www/freepublications/pt/marks/418/wipo_pub_418.pdf>. Acesso em 26 fev. 2014.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMÉRCIO. Acordo TRIPS. Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio, em 1994. Disponível em:<http://www.itamaraty.gov.br/o-ministerio/conheca-o-ministerio/tecnologicos/cgc/solucaodecontroversias/mais-informacoes/texto-dos-acordos-da-omc-portugues/1.3-anexo-1c-acordo-sobreaspectos-dos-direitos-de-propriedade-intelectual-relacionados-ao-comercio-trips/view>. Acesso em 26 fev. 2014.
ORGANIZAÇÃO PARA COOPERAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO. Manual de Oslo. 3 ed. FINEP, 2005. Disponível em: <http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/4639.html>. Acesso em 26 fev. 2014.
ORGANIZAÇÃO PARA COOPERAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO. Manual de Frascati, 2013. Disponível em: <http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/4639.html>. Acesso em 26 fev. 2014.
WORLD INTELLECTUAL PROPERTY RIGHT ORGANIZATION. Copyright Treaty, on December 20, 1996. Disponível em:<http://www.wipo.int/treaties/en/text.jsp?file_id=295166>. Acesso em 26 fev. 2014.
WORLD INTELLECTUAL PROPERTY RIGHT ORGANIZATION. Performances and Phonograms Treaty, on December 20, 1996. Disponível em:<http://www.wipo.int/treaties/en/text.jsp?file_id=295578>. Acesso em 26 fev. 2014

DISCIPLINA: TÉCNICAS AVANÇADAS DE PROGRAMAÇÃO

Ementa: Estruturas de dados do tipo lista encadeada. Árvores e grafos. Algoritmos de ordenação e busca. Algoritmos de caminhos mínimos. Programação orientada a eventos e aplicações das estruturas de dados em C para problemas.


Bibliografia:

TENENBAUM, A. M.; LANGSAM, Y.; AUGENSTEIN, M. J. Estruturas de Dados usando C. São Paulo:Makron Books. 1995.
KERNIGHAN, B. W. & RITCHIE, D. M. A. Linguagem de Programação C. Rio de Janeiro:Campus. 1989.
SCHILDT, H. C Completo e Total. Pearson Makron Books:São Paulo. 2007.
STROUSTRUP, BJARNE. A Linguagem de Programação C++. Rio de Janeiro:Bookman Companhia Editora. 2000.
DAMAS, L. Linguagem C. Rio de Janeiro:LTC. 2007.
MANZANO, J. A. N. G. Estudo Dirigido de Linguagem C. São Paulo:Érica. 2008.
CASTRO, J. Linguagem C na Prática. Rio de Janeiro:Ciência Moderna. 2008.
MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C. São Paulo:Pearson Prentice Hall. 2008.
MANZANO, J. A. N. G. C++ ANSI (ISO/IEC 14882: 1998) Programação de Computadores: Guia Prático de Orientação e Desenvolvimento. São Paulo:Érica. 2003.
PEREIRA, F. Microcontroladores PIC: Programação em C. São Paulo:Érica. 2007.

DISCIPLINA: TÉCNICAS SUSTENTÁVEIS PARA A CONSERVAÇÃO DE ÁGUA E SOLO

Ementa: Estudo das potencialidades do aproveitamento e armazenamento das águas de chuva. Práticas sustentáveis de conservação de solos. Práticas sustentáveis de recuperação de áreas degradadas.


Bibliografia:


ARAUJO, G.H.S., ALMEIDA, J.R., GUERRA, A.J.T., Gestão Ambiental de Áreas Degradadas. Rio de Janeiro:Bertrand Brasil. 2005.
BOTELHO, M. H. C. Água de chuva. Editora Eggard Blucher, 2012.
BRITO, L.T.L., MOURA, M.S.B., GAMA, G.F.B. (Eds). Potencialidades da água de chuva no semi-árido brasileiro. Embrapa, Petrolina, 2007.
DURLO, M.; SUTILI, F. Bioengenharia: Manejo biotécnico de cursos de água. 1 ed., Porto Alegre:EST Edições, 2005.
PRUSKI, F. F. Conservação de água e solo. Editora UFV, Viçosa. 2010.

DISCIPLINA: TELECOMUNICAÇÕES ÓPTICAS

Ementa: Propagação da luz em fibras ópticas. Fibras ópticas. Transmissores e receptores ópticos. Amplificadores ópticos. Enlaces de comunicação óptica. Rede óptica passiva (PON).

Bibliografia:
RIBEIRO, J.A.J. Comunicações ópticas. Rio de Janeiro:Editora Érica. 2007. 456 p.
AGRAWAL, G. P. FIBER-OPTIC COMMUNICATION SYSTEMS. 3ª Ed. JOHN WILEY. 2002. 555 p.

DISCIPLINA: TÓPICOS EM BIOTECNOLOGIA

Ementa: Disciplina teórica e prática que discute alguns tópicos específicos em Biotecnologia. Disciplina eletiva, dirigida a alunos cujo interesse seja em uma área específica de desenvolvimento de trabalhos em área de aplicação de processos ou produtos biológicos, bem como organismos. Também discute o uso de abordagens alternativas e o laboratório experimental, uso de material alternativo na resolução de problemas.


Bibliografia:
NEWELL, James A. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciência dos Materiais. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2010.
Malajovich, M. A. Biotecnologia 2011. 2ª. Ed. Rio de Janeiro:ORT.
BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial – Fundamentos. Vol 1. São Paulo:Edgard Blucher. 2001.
SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E., BORZANI, W. Biotecnologia Industrial – Engenharia Bioquímica. Vol. 2. São Paulo:Edgard Blucher. 2001.
LIMA, U. A.; AQUARONE, E., BORZANI, W.; SCHMIDELL, W. Biotecnologia Industrial – Processos Fermentativos e Enzimáticos. Vol. 3. São Paulo:Edgard Blucher. 2001.
AQUARONE, E.; BORZANI, W.; SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A. Biotecnologia Industrial – Biotecnologia na Produção de Alimentos. Vol 4. São Paulo:Edgard Blucher. 2001.
DURAN, N. Mattoso, L. H. C. MORAIS, P. C. Nanotecnologia: introdução, preparação e caracterização de nanomateriais e exemplos de aplicação. São Paulo:Artliber Editora, 2006.
MOTA, S. Engenharia Sanitária e Ambiental. 5ª. Ed. Rio de Janeiro:ABES. 2012.
MIHELCIC, J. R., ZIMMERMAN, J. B. Engenharia ambiental: fundamentos, sustentabilidade e projeto. Rio de Janeiro:LTC. 2012.
BOTKIN, D. B.; KELLER, D. B. Ciência ambiental: terra, um planeta vivo. Rio de Janeiro:LTC. 2011.
NEWELL, James A. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciência dos Materiais. Rio de Janeiro:Editora LTC, 2010. ISBN: 9788521617594.
Periódico: Periódicos especializados na área de Biotecnologia, como British Biotechnology Journal; Biotechnology for Biofuels; Brazilian Journal of Microbiology; Biotecnologia, ciência e desenvolvimento.
Brasília. KL3 Publicações; Journal of Biotechnology and Biomaterials, dentre outros.

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